Nos dias correntes é excessivamente quixotesco imaginar um mundo de encantamento, aquele em que as pedras, as rochas, os rios, as plantas e os bichos, por séculos e milênios, foram a parte indissociável e vital
da humanidade. Este mundo, infelizmente, está sepultado nas gélidas e impessoais águas do capitalismo. Por
outro lado, ninguém suporta mais a frieza científica e tecnológica e, muito menos, a ameaaça permanente dos
reatores nucleares, como marcas emblemáticas e paradigmáticas do tempo vigente. E agora josé? Calma,
beba uma pinga, dance um samba e, de praxe, bata um birro. O resto, o resto deixe ao sabor dos ventos...
Nenhum comentário:
Postar um comentário