Se a arte é tudo que efetivamente funde sujeito e objeto de um modo inefável e atemporal, sob o seu manto não cabe quaisquer crivos de valor. É infinitamente soberana e indefinível, portanto todo comentário a seu despeito não passa de presunção, inclusive esse. Assim, diante da arte, só compete aos homens razoavelmente inteligentes e de bom senso, contemplá-la e nada mais.
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